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Paróquia de São José de Mipibu começa restauração da Igreja Matriz

No último dia 07 de novembro, o pároco de São José de Mipibu Padre José Lenilson de Morais, autorizou o inicio da restauração externa da Igreja Matriz de Sant’Ana e São Joaquim.

Em entrevista a Pascom, o Pe. José Lenilson, explicou que é um trabalho delicado, pois “não se trata apenas de pintar. Além do lixamento, é necessário lavar as paredes com cloro para matar os fungos que se instalam nas paredes devido a umidade e o excremento dos pombos. Sendo ainda necessário o reparo das partes danificada para, só depois, vir a pintura em cores um pouco mais escuras para garantir uma maior resistência no tempo”.

Os recursos para a obra veem do dízimo e, sobretudo, da arrecadação da Festa dos Padroeiros 2017. O serviço está sendo executado pela empresa “CANOVA NATAL Pinturas em Geral”, sob responsabilidade do Sr. Francisco Canindé Ribeiro, e custará R$ 19.923,00 de mão de obra e R$ 5.702,30 de tintas.

A bicentenária Matriz de Sant’Ana e São Joaquim também terá suas torres iluminadas com lâmpadas de lede, a fim de destacar a beleza do mais imponente monumento arquitetônico do Município e um dos mais belos do Rio Grande do Norte.

Para os próximos anos, os padres Rogério Barros, Erivan Júnior e Lenilson Morais sonham com uma restauração detalhada da parte interna da Matriz, que deverá ser conduzida por um profissional cadastrado no IPHAN ou pela Fundação José Augusto. Na entrevista, o pároco observou que “ao longo das década é natural que a peças de madeira dos altares sofram desgastes e nem sempre se teve o devido cuidado ao fazer as pinturas, por isso o Conselho administrativo Econômico Paroquial (CAEP), em duas reuniões ordinárias, aprovou a necessidade de, nos próximos anos, procedermos com a restauração dos altares e das imagens sacras, quadro das quais são tombadas e há quarenta anos foram recuperadas após o episódio do furto de 11 de junho de 1977”

Se os católicos se abrirem mais na adesão ao Dízimo, o Pe. Lenilson diz que tem um sonho de ver instalados mais 2 sinos na torre direita para que nunca esqueçamos que “numa cidade como Mipibu, as torres apontam para o céu e os sinos sempre foram um sinal da voz de Deus. Num mundo cada vez mais relativista, esquecer os sinais é uma grande perda cultural e religiosa”.

Contudo, os padres, diáconos, religiosas(os) e leigos engajados não se preocupam só com as estruturas. Além da vida missionária permanente, existe um trabalho social contínuo sendo desenvolvido há décadas e outros mais recentes: O Abrigo Anízia Pessoa, que acolhe em torno de 30 idosos; a Pastoral da Criança, que acompanha mães e filhos de comunidades mais carentes; a Pastoral da Juventude (PJ), que desde o início do ano retomou um intenso trabalho com os jovens do centro e das comunidades rurais; a Comunidade Boa Nova na linha de frente da prevenção e recuperação da dependência química, os serviços ECC, SEGUE-ME e EJAC com um sério trabalho de resgate das famílias e tantas pastorais e movimentos que, de forma discreta e sem os holofotes, seguem fazendo seu trabalho social e evangelizador.

Ainda este ano será apresentado na Matriz, durante o Natal do Senhor, o coral paroquial “Vox Angeli”, que cantará as músicas sacras em algumas celebrações e noutros momentos de fé e cultura. Para 2018, o Plano Pastoral Paroquial aponta a efetivação da Pastoral da Sobriedade; para além do Plano Pastoral, um grupo de paroquianos – profissionais da área musical – já está na fase final de preparação e início dos trabalhos do projeto “Escolinha de Música”, que, como os padres anunciaram no final da Festa dos Padroeiros, será o gesto concreto da dimensão social da Festa 2017.

Confira a entrevista abaixo:

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